quinta-feira, novembro 15, 2007

Agradecimentos

Primeiro, eu gostaria de agradecer ao Fred e ao Gregório. Juntos, eles são responsáveis por 15% dos visitantes deste blog. Em segundo lugar, gostaria de agradecer ao Guilherme, que é um dos leitores que mais comenta e que mais me incentiva a escrever com mais freqüência.

Valeu!

quinta-feira, novembro 08, 2007

CPMF: Imposto ou Moeda?

Tenho certeza que não é só impressão minha, mas a CPMF a muito tempo deixou de ser um mero imposto. Ela é, na verdade, uma moeda de troca. Seu partido quer algo, mas não tem apoio de maioria no senado? A solução é simples: é só dizer que vai votar contra o imposto do cheque.

São vários os exemplos. Tem senador querendo mudar de partido e vinculando a mudança ao apoio da reivindicação do seu madato por causa da infidelidade partidária. Tem partidos inteiros que dizem que só votam a favor se o governo ceder às suas reivindicações. E não são poucas.

E a opinião do povo? Essa não conta. Afinal, como todos sabem, a última tarefa de um senador é representar os anseios dos seus eleitores.

sábado, novembro 03, 2007

Sobre a TV Paga

Assistir a intervalos comerciais durante os programas de tv paga, eu até aceito, mas lá se vão 20 minutos perdidos dentro do período de uma hora. O que eu não aceito e acho ridículo são cinco canais passando mais de meia hora seguida de infomerciais durante a maior parte de manhã de todos os dias da semana! E eles ainda tem a coragem de chamar de infomercial! Não tem nada de informativo ou educacional neles! Isso é um roubo, isso sim!

quinta-feira, novembro 01, 2007

terça-feira, outubro 30, 2007

A Net Virtua fornece um péssimo serviço de banda larga! Hoje fiquei sem internet ( e sem TV a cabo) por mais de duas horas! Já é a terceira vez que isso acontece esse mês!

quarta-feira, outubro 24, 2007

Sedumi, Matlab e Linux

No meu projeto de iniciação científica, trabalho muito com otimização, em especial, com LMIs (Linear Matrix Inequalities ou Desigualdades Matriciais Lineares). Analisar a estabilidade de um determinado sistema através de LMIs é simples e prático, caso você tenha em mãos um software matemático poderoso, como o Matlab.

O Matlab tem um solver para resolver LMIs, o LMILab. Usei ele durante muito tempo, até me deparar com um preblema que não consegui implementar no LMILab. Meu tutor me propôs usar o SeDuMi e o YALMIP. O SeDuMi faz o papel do LMILab, e o YALMIP é uma interface para o SeDuMi. Utilizar estes dois softwares para resolver LMIs é muito mais fácil que usar o LMILab. Além disso, testes realizados pela equipe de desenvolvimento do SeDuMi apontam para uma eficiência maior com o aumento da complexidade das LMIs.

Porque eu estou escrevendo isso? E o Linux, onde entra nessa história? Recentemente instalei o SeDuMi e o YALMIP no Matlab 7.2 R2006a no Linux. Mas não foi tão simples assim. Para instalar o SeDuMi no Matlab do Linux é preciso compilar os arquivos. E para compilar os arquivos, você precisa saber qual é a versão do gcc que seu Matlab usa. Para descobrir, acesse este link. No meu caso, a versão é a 3.4. Meu sistema é o Ubuntu 7.10, que não vem com o gcc-3.4 instalado. Para instalar, é só digitar:
$ sudo apt-get install gcc-3.4 g++-3.4
Para fazer o sistema reconhecer o gcc-3.4 como compilador padrão, digite:
$ cd /usr/bin
$ sudo rm gcc
$ sudo ln -s gcc-3.4 gcc
Agora, no inicie o Matlab e vá para a pasta onde estão os arquivos do SeDuMi. É preciso configurar o compilador utilizado pelo Matlab. Digite:
>> mex -setup
Escolha a opção 2. Por fim, digite o comando abaixo para compilar o SeDuMi:
>> install_sedumi
Para testar se tudo deu certo, teste se o YALMIP está funcionando:
>> yalmiptest
É importante lembrar que, para realizar os comandos do Matlab acima, você deve antes adicionar os diretórios ao path do Matlab, além de ter permissão de escrita para estes diretórios. Por fim, fazemos o gcc-4.1 voltar a ser o compilador padrão:
$ cd /usr/bin
$ sudo rm gcc
$ sudo ln -s gcc-4.1 gcc

quarta-feira, outubro 17, 2007

Ubuntu 7.10

Falta apenas um dia para o lançamento!

terça-feira, outubro 16, 2007

Sobre Tropa de Elite

Citando meu tio, Marcello Castilho de Avellar, sobre o filme Tropa de Elite.
"(...) Tropa de elite faz questão de abrir seu universo. Se a favela é o centro das atenções, o filme estabelece o tempo todo suas ligações com a polícia, a burguesia, a classe média, a universidade. No filme, a violência não se produz a si mesma, é produto de vícios e contradições que se espalham por toda a sociedade."
"(...) O discurso de Nascimento (...), pode ser incômodo para muita gente. Mas convence como representação de um pensamento que é comum entre policiais e população: o de que nenhum preço é alto demais na luta contra o tráfico, o crime organizado, a violência. (O diretor) José Padilha parece se manter à distância. (...) não julga Nascimento, ou os policiais corruptos que cruzam seu caminho, ou a pequena-burguesia que finge não ser parte do problema. Apenas mostra as relações entre eles, com cores cruas e desconfortáveis, como se as atirasse no rosto do público que finge não percebê-las no mundo real."
A culpa é da sociedade mesmo. É o jovem que procura prazer nas drogas. É o pobre, que desesperado para alimentar sua família, entra para o tráfico, vendo aí um meio mais fácil para sustentá-la. Pura ilusão, nos dois casos.

Os artigos que li antes de escrever este post foram Reflexões sobre a violência e O inferno é aqui mesmo.

segunda-feira, outubro 15, 2007

Depois eu escrevo algo sobre o vídeo abaixo. Ainda estou sem palavras.


Mapa da Internet



Um mapa, mostrando as conexões de rede entre as cidades em todo o mundo. Repare no tamanho do link entre a Europa e os EUA. Ainda temos muito para engatihar.
Encontrei aqui: earobinson